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30 de jan. de 2011

Querido Mentiroso.

(Legenda: Algumas memórias nunca desaparecem)


Querido Metiroso, queria dizer que sinto a sua falta, sinto falta do seu jeito quieto e calado, do seu cabelo arrumado do jeito que eu gostava, e até dele bagunçado. Sinto falta de ficar perto de você em silêncio, curtindo sua respiração, sinto falta de falar com você e você não me responder. Sinto saudade de você ficar me olhando até eu ficar constrangida, saudade do teu lindo sorriso que me encantava, e dos seus olhos que me convenciam de qualquer coisa. Eu tenho saudade de andar de mãos dadas com você, de você vir me deixar em casa, saudade de você ficar deitado comigo sonhando com nosso futuro. Sinto tanta falta de ser acordada de madrugada com seus sms's dizendo que me amava, que eu era tudo pra você e que nunca mais ficaria sem mim. Sinto falta de ficar assistindo filmes idiotas com você, de ficar até tarde na rua com você. Sinto falta do teu beijo que fazia viajar, e do teu abraço que me fazia me sentir segura. Sinto falta até da sua mania de beber sem parar, mania de não me responder, de estragar minhas coisas. E eu sinto falta de tudo, tudo mesmo, das qualidades e dos defeitos, dos momentos bons e ruins, e de qualquer coisa mas que eu estava perto de você, e me faziam feliz.
Mas eu sinto falta mesmo é da pessoa que eu era antes de te conhecer, da pessoa que não se deixava enganar por palavras, da pessoa que fazia os outros sofrerem e não sofria por ninguém. Sinto falta da pessoa alegre e que sempre tinha um sorriso no rosto, e que não se deixava abater por nada, sinto mais falta ainda de me amar mais que a você, falta de pensar em outras coisas, outras pessoas além de você. E o que mais me machuca é acordar todos os dias me culpando por ter te deixado ir como se você fosse ficar pra sempre como dizia, tentando encontrar o meu erro pra você mudar e pra todo o amor que dizia que existia desaparecer, e acima de tudo sinto falta da minha esperteza, pois eu nunca acreditaria que alguém tão perfeito como você existiria de verdade, e acreditar que o destino não me queria mais só. Eu estou cansada de sentir tua falta, cansada de pensar em você, cansada de tudo que envolva você, mas talvez, a falta que eu sinto não seja de você realmente, seja de alguém que você inventou, de alguém que era e é perfeito pra mim, alguém de mentira e inesquecível que me trouxe uma felicidade imensa. Então, Querido Mentiroso, obrigada a você por tudo, obridada por me fazer acreditar que o amor é uma mentira, e saiba nunca irei esquecer o que fez por mim, me mostrou que o homem que tanto amei era só uma MENTIRA. Obrigada por fazer parte da minha vida, e me deixar e me fazer mudar tanto, sempre te amarei Querido Mentiroso
16 de nov. de 2010

Silêncio.


Pois quando só me resta essas lembranças e memórias e quando só se ouve o silêncio, elas gritam que eu nunca vou te esquecer, mesmo que tente.
2 de out. de 2010

Memórias.




Eu poderia mentir e dizer que não te amo e que te esqueci, mas infelizmente estaria mentindo. Estaria me enganando acima de tudo, porque tudo que passei com você foi o suficiente pra eu te amar o resto da minha vida. Foi o suficiente pra me fazer acreditar que ainda existe amor, que ainda tenho, nem que seja pequena, uma chance de encontrar um amor de verdade, e que dure não pra sempre mas o suficiente. Quem sabe se um dia vou poder te esquecer, talvez consiga, mas eu não quero, pois cada lembrança, cada memória, mesmo que seja pequena e vaga, me faz tão bem, me faz sorrir e me faz querer sempre tê-la comigo.
29 de set. de 2010

Promessas.




E você me prometeu, e promessas deveriam ser cumpridas. Não precisa argumentar, nem tente, não quero ouvir suas explicações, você mentiu uma vez e sempre vai mentir. Palavras que só iludiram, palavras que agora só machucaram, então me faça um grande favor esqueça que um dia me conheceu e que fez parte da minha vida, pois é isso que vou tentar fazer. Tentar parar de pensar em você e querer seu bem, e se preocupar comigo, acho que mereço um pouco de atenção. Nada vai poder mudar o que me fez, e infelizmente ou felizmente, vai estar gravado na minha memória.
11 de jul. de 2010

Uma quase história de amor (pt.final)


- Você preferiu acreditar nele.

Ela tentou argumentar falando que era ciumenta, insegura, mas isso só piorou e ele disse uma coisa que nunca ela pode entender:

- Você sabia que não ia dar certo desde o começo.

Depois de dizer isso, ele foi embora, ela ficou uns minutos parada pensando como podia ser tão idiota. Desde esse dia, ninguém mais via o seu sorriso, a sua alegria, só sentia a tristeza nos seus olhos dela. Ela não entendia como ele pode dizer que ela sabia que não ia dar certo desde o começo, se você relembrar o começo da história quem falo pra todo mundo que estavam namorando foi ele e não ela, e isso a castigava. Mas vamos analisar os fatos: sim, ela errou muito em acreditar em outra pessoa, não pensar nele, mas ele não quis ver o lado dela, eles já não estavam tão juntos como antes, porque não acreditar no melhor amigo dele que vive, convive e conhece-o. Ela se castigava, se culpava e sofria, talvez como nunca tinha sofrido, pois não tinha mais o sorriso no rosto que sempre tinha mesmo triste, ele não se sabe, verdadeiramente, se sofria. O sofrimento dela e talvez o dele, era mostrado por subnicks de MSN, eram frases que respondiam a do outro. Alguns dias depois, ele veio falar com ela, ela não tinha cara pra estampar o enorme sorriso que ela tinha naquele momento, talvez ele tivesse a perdoado, mas ninguém sabia, ficaram juntos mais alguns dias, se afastaram de novo e não voltaram mais. Ela ainda tenta entender o que aconteceu pra ele mudar tanto, no começo parecia tão apaixonado e depois... , ela analisa cada coisa que fez, que disse, e se culpa por ser insegura, ciumenta, nervosa, impulsiva, por ser idiota em acreditar no que dizem, se culpa por tudo. Ela poderia esquecê-lo como fez com todos os outros, mas não quer, pois ele a fazia tão bem e tão feliz, e ela não tem um bom motivo pra esquecer. Eles não se falam mais, mas ainda se vêem por acaso na escola, ou na própria rua dele. Ela pede em orações todas as noites proteção a ele, para que os subnicks que ele escreve sejam pra ela e pra que ele saiba que sempre vai ter o amor dela. Espero que esse não seja o fim da história, e que a continuação seja tudo que ela deseja.


talvez, o fim.
9 de jul. de 2010

Uma quase história de amor (pt.2)


É talvez esse foi o problema, ela estava tão feliz e tão solta que um dia foi fazer a besteira de beber, fraca do jeito que é fico bêbada rapidinho, envergonhou ele, levou uma bronca da família e foi quase proibida de ir ve-lo. Acho que foi ai que começou a seqüência de erros infantis que a fez o perder. No outro dia, ela não tinha cara pra ligar e pedir desculpas, mas arranjou coragem não sei da onde e ligou, ele disse que estava tudo bem, mas ela não acreditou muito na sinceridade das palavras dele. Ela viu naquele dia que ele era diferente de todos os namorados que ela já havia tido, e não foram poucos, ele só queria proteger e cuidar dela, ele se preocupava, e isso fazia ser mais apaixonada por ele. O namoro não foi o mesmo depois do episodio. Até um certo dia um amigo dele ir visitá-la e dizer que ele ta ficando com outra menina, aquilo fez seu coração se destruir. Ela não queria acreditar que era verdade, mas porque nao acreditar no melhor amigo dele que vive e convive com ele? a insegurança dela a convenceu que era verdade, e ela sem pensar duas vezes e sem nem pensar nele, ficou com outro, pra ela não importava daí em diante o que ele pensava. Ela passava o dia chorando, até tentava disfarçar a tristeza, mas não adiantava, não conseguia superar. Até que um conselho vindo do céu a fez ir à rua dele, ele agiu normalmente deu um beijo nela e a abraçou. Ela não entendia como ele podia ser tão cínico, mas ela gostava tanto dele que pra ela aquilo foi um presente, mas tinha uma coisa que não a deixava o enganar, a sua maldita consciência. Resolveu contar a verdade e implorar o perdão, talvez esse tenha sido o maior erro. Ao contar, ele não disse nada, e ela também não sabia o que fazer, se ficava calada ou se tentava convencê-lo, era um silencio mortal entre os dois. Ao chegar na porta da casa dela, ele a abraçou e disse: ...

continua.
8 de jul. de 2010

Uma quase história de amor (pt.1)


Talvez não seja uma verdadeira história de amor, pois ninguém sabia se ele a amava, ou ao menos gostava dela. Mas ela dizia que eles se conhecerem foi obra do destino, e se separarem foi culpa dos dois, mas muito mais dela. Talvez tenha sido mesmo, se conheceram por acaso no shopping, um dia depois do aniversário dela, ela com suas primas e ele com seus melhores amigos, dia perfeito pra ela. Ela não acreditava que conheceu o menino que sempre quis adicionar no Orkut, mas nunca teve coragem, agora não tinha mais desculpas. Todos se tornaram bons amigos, ela adorava conversa com os três, adorava visitá-los, mas com ele, principalmente, conversava muito por MSN, tornaram-se quase íntimos, faziam promessas, falavam besteiras, e marcavam de se encontrar, mas ela nunca ia, ele faltava aula pra esperar ela, mas ela sempre tinha uma desculpa. Eles se encontravam, muitas das vezes na escola quando ela ia fazer trabalho, mas não acontecia nada, só um abraço, algumas palavras e pronto. Mas o destino não sossegaria enquanto eles não ficassem juntos. Numa tarde por acaso, ela e sua prima andando, como sempre, encontraram os dois amigos dele, mataram a saudade, mas quando elas estavam indo embora, vem ele vindo da escola, e seu amigo o reconhece de longe, o coração dela batia mais forte, mas exteriormente não mostrava qualquer reação, nada aconteceu de novo, eles pediram pra elas irem à rua deles a noite. A sua prima, preferiu não ir, mas ela não podia perder a chance de ver ele, e foi sozinha mesmo, fico mais tempo com os amigos dele do que com ele, no fim se enrolaram, ele a deixou esperando, e ela foi embora. Mas ela num ia desistir, no outro dia estava ela lá de novo, pura insistência, mas dessa vez eles ficaram. A vontade, o desejo, a felicidade e muitos outros sentimentos estavam no beijo dela, e ele pode sentir tudo isso. Eles pareciam ter sido feitos um para o outro, tanto fisicamente como psicologicamente. Daí em diante eles continuaram ficando, algumas semanas depois, começaram as perguntas que sempre a incomodavam: “vocês estão namorando?”. Ela não sabia responder, pois não tinha recebido um pedido de namoro, respondia então: “nem sei, pergunta pra ele!”. E no mesmo dia ele disse que tinha respondido que sim, o que ela podia fazer? dizer que não? mas era o que ela queria mesmo, entao desse dia em diante começaram a namorar, era dia 12 de maio. Viam-se quase todo dia, pra ela estava perfeito, se divertia muito com ele e com os amigos dele, conhecia muita gente com ele.

continua.